segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Forza Motorsport 4 terá um carro brasileiro...


Forza Motorsport 4 terá um carro brasileiro

Segundo a lista de carros divulgada no site oficial do game Forza Motorsport 4, os gamers do mundo todo conhecerão a força da indústria automotiva nacional com a inclusão de um carro 100% brasileiro no line-up do jogo. Bem, acho que exagerei um pouco, porque o brasileiro da lista será o Volkswagen Fox.
O Fox entra no game de carona com a parceria entre Top Gear e a Turn 10 – criadora da série Forza Motorsport. A parceria inclui coisas como o modo “Autovista”, onde Jeremy Clarkson apresenta os carros novos; uma série com vários desafios do programa; o famoso quadro “Carro de Preço Razoável”, e o “Futebol de Carros”, onde Volkswagen Fox e Toyota Aygo representaram o clássico Brasil versus Argentina.
Apesar disso, o Fox não estará disponível apenas para jogar futebol. Ele também faz parte do grupo de veículos iniciantes, que inclui compactos como Ford Ka, Toyota Aygo e Chevrolet Spark, e pode ser usado para qualquer corrida. Da mesma forma, o futebol automotivo não ficará restrito aos modelos originais do programa e poderá ser jogado com qualquer modelo.
Não deve ser algo muito empolgante para os gringos que viram o Fox made in Brazil levar bomba em testes mais rigorosos na Europa, mas não deixa de ser curioso.
E vocês? Se pudessem escolher, qual seria o representante brasileiro no jogo?
N. do editor: o Fitti-Fusca de dois motores seria uma boa…

Fonte: KATAKU.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Conheça os próximos lançamentos...


Próximos Lançamentos                                                       

Conheça os próximos principais lançamentos do mercado brasileiro. Isto pode ser importante se você está comprando um novo carro, pois se o modelo escolhido for modificado em breve você poderá perder dinheiro ou ficar com um carro defasado.


Ford Fiesta HatchCarroFord New Fiesta Hatch
PrevisãoSetembro 2011
Valor previstoR$ 48.000
Análise do Ford Fiesta


Chevrolet CruzeCarroChevrolet Cruze 1.8 16V
PrevisãoSetembro 2011
Quem substituiChevrolet Vectra
Valor previstoR$ 70.000


Chevrolet CobaltCarroChevrolet Cobalt 1.4 Flex
Previsão2º semestre 2011
Quem substituiChevrolet Corsa Sedan
Valor previstoR$ 40.000

Brilliance FRVCarroBrilliance FRV 1.5 16V
PrevisãoSetembro 2011
Valor previstoR$ 48.000

Chery S18 1.3 FlexCarroChery S18 1.3 Flex
PrevisãoSetembro 2011
Valor previstoR$ 29.000

Hyundai ElantraCarroHyundai Elantra 1.8 16V Flex
PrevisãoSetembro 2011
ConcorrentesToyota CorollaHonda Civic
Valor previstoR$ 68.700


CLIQUE EM "Mais informações »" AQUI EM BAIXO E VEJA OUTROS LANÇAMENTOS...

Novo Hyundai i30, Ano que vem esta aqui no Brasil.


Eis o novo Hyundai i30
Nova geração do hatch médio estreia em Frankfurt e vem ao Brasil em 2012

Editora Globo
Nova geração do i30 estreia no Salão de Frankfurt com visual fluido, no padrão mais recente da Hyundai
Hyundai liberou nesta terça-feira (6) as primeiras imagens da nova geração do i30, modelo que tem feito grande sucesso no Brasil e lidera isolado o segmento de hatchs médios em 2011 – à frente de Ford FocusFiatBravoVolkswagen Golf e cia. Sua estreia em público será na próxima semana, no Salão do Automóvel de Frankfurt (Alemanha). Por enquanto, a montadora sul-coreana ainda não revelou detalhes técnicos do novo i30.

Mas conforme antecipado por Autoesporte na edição de fevereiro desse ano (leia aqui), a nova geração do hatch médio usará o novíssimo motor 1.6 16V da família Gamma, indicado pela sigla GDI (Gasoline Direct Injection). Este propulsor, também usado por outros modelos de Hyundai e Kia Motors, gera 140 cavalos de potência e pode vir acoplado a uma transmissão manual ou uma automática, ambas de seis marchas.

Hyundai
Interior segue estilo dos Hyundai mais modernos, como o Elantra; destaque para a moldura dos difusores de ar
No Brasil, porém, o novo i30 deve usar o motor 1.8 16V Flex que estreia junto com a nova geração do sedã médio Elantra, no fim de setembro. Este bloco possui comando variável de válvulas e desenvolve potência na faixa dos 150 cv (com etanol). Na Europa e em outros mercados estrangeiros, o hatch médio também terá opção de motor 1.4 a gasolina – o mesmo do hatch Kia Rio (leia aqui) – e variantes diesel dos blocos 1.4 e 1.6 litro.


Hyundai
Fonte: Auto esporte

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terça-feira, 6 de setembro de 2011

A tecnologia aumenta e os motores ficam menores...


A tecnologia aumenta e os motores ficam menores


motor turbo injecao direta 1 A tecnologia aumenta e os motores ficam menores
Motores de ciclo Otto (flex, etanol, gasolina ou GNV) avançarão de forma acelerada, de agora em diante, quanto a consumo de combustível e emissões, especialmente de CO2. Tudo graças a uma tecnologia conhecida há tempos e que em inglês se chama downsizing (redução de tamanho do motor). Essa redução pode ser em número de cilindros e/ou a cilindrada, que é a soma dos volumes unitários em cm³ de cada cilindro.
Para esse objetivo a utilização de turbocompressores será expandida rapidamente. A vantagem reside no aproveitamento da energia desperdiçada no escapamento (gases quentes em alta velocidade). Uma turbina ou “roda quente” gira a até 200.000 rpm, solidária a um compressor ou “roda fria” que aumenta o volume de ar aspirado pelo motor. Como referência, um propulsor comum atinge 6.000 rpm.
Dessa forma um motor de menor cilindrada pode ter a mesma potência e torque de outro de aspiração natural com cilindrada de 30% a 50% maior. O resultado: desempenho igual com queda sensível de consumo. É a principal forma de, no caso da gasolina, diminuir a emissão de CO2, um dos gases que colabora para o aquecimento da atmosfera e mudanças climáticas, segundo grande parte dos cientistas.
Inicialmente os turbocompressores visavam ao desempenho puro. Havia problemas de atraso na resposta do acelerador, controles eletrônicos menos precisos e alto custo. Tudo foi resolvido, salvo o preço elevado. No Brasil motores turbos (ou apenas com compressor) de um litro de cilindrada já existiram, quando os impostos favoreciam.
motor turbo injecao direta 2 A tecnologia aumenta e os motores ficam menores
Os países centrais, recentemente, decidiram que a política fiscal iria mudar. A União Europeia impôs um limite de 130 g/km rodado de emissão de CO2 para a média da gama à venda de cada fabricante até 2014 (60% dessa frota já em 2012). Os modelos que estiverem acima pagarão mais imposto; abaixo, receberão bônus. Nos EUA a imposição em 2016 é aumento de autonomia média dos automóveis novos em 35% (para 15 km/l), o que indiretamente reduz o CO2 quase na mesma proporção.
Esses desafios levaram a indústria automobilística a mudar o enfoque em relação aos turbocompressores. Também ajudou bastante o avanço da injeção direta de combustível na câmara de combustão, tecnologia mais cara que a atual injeção indireta (no coletor de admissão). Com a combinação dos dois sistemas os motores, de fato, vão encarecer, mas à medida que a escala de produção aumentar o preço cairá, embora nada sairá barato como antes.
Há quem proponha o abandono do termo downsizing por outro mais adequado, rightsizing, ou seja, tamanho certo do motor. Afinal, redução de cilindrada ou do número de cilindros soa como algo inferior para a maioria dos motoristas. Turbocompressor e injeção direta chegam para reverter essa ideia. Motores V-8 darão lugar aos V-6 e estes aos de quatro cilindros em linha. No lugar dos de quatro cilindros, três ou dois cilindros apenas, em modelos compactos.
Também é possível combinar turbocompressor e compressor ou mesmo utilizar só compressor volumétrico de última geração e grande eficiência. Isso tudo se aplica ainda melhor em motores flexíveis etanol/gasolina. No caso do etanol, emissão de CO2 é quase toda compensada pelo crescimento do canavial no campo. Porém, a diminuição de consumo ligada ao rightsizing interessa ao bolso de todos.
Por Fernando Calmon  

Fonte: Noticias Automotivas

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Você conhece o motor Multi Air da Fiat ?


Fiat apresentou no Salão de Genebra  a mais nova tecnologia paramotores a gasolina, a tecnologia Multiair.
 O sistema consiste em um controle eletro-hidráulico do fluxo de ar,combustível e o tempo de abertura das válvulas.  Ele utiliza mais ar diminuindo a força aplicada pelo motor e o combustível adicional.
 Nos motores atuais as válvulas são controladas mecanicamente pelo comando de válvulas, o motor Multiair possui um sistema diferente de acionamento das válvulas. O comando aciona as válvulas hidráulicas solenóides e estas por sua vez acionam as válvulas convencionais que controlam a admissão e a exaustão de combustível.
 A Fiat afirma que o Multiar pode aumentar a potência do motor em 10% e reduzir o consumo de combustível em aproximadamente 10%.
 A montadora ainda promete outros benefícios:
- Um aumento de 15% ou mais do torque em baixas rotações.
- Redução de 10% nas emissões de dióxido de carbono, 40% de monóxido de carbono e 60% de óxido nitroso.
- Um motor com um tempo de resposta mais rápido.
 O primeiro modelo a ter o novo motor será a nova linha 1.4 16V do Alfa Romeo Mito a partir do final do ano.


Fiat 500 " chincochento " Mais Barato e com motor Multi Air.

 Fiat 500 mexicano com motor Multi Air.

Daniel Messeder, editor de Autoesporte
Uma das estrelas da capa da revista Autoesporte de setembro, o Fiat 500 chega ao Quarentena. Como você já deve saber a essa altura, a principal novidade do carrinho é o fato de agora ser fabricado no México e não pagar mais os 35% de Imposto de Importação. Fora isso, ele ganhou uma versão de entrada com o motor 1.4 Evo flex do Uno, a partir de R$ 39.990 – uma redução de cerca de R$ 20 mil em relação à versão básica do modelo anterior, feito na Polônia.
Nosso teste de 40 dias será dividido em duas fases: primeiro teremos a versão Sport Air manual, que, como diz o nome, tem como novidade o motor 1.4 16V MultiAir, tecnologia que consiste num sistema de comando variável das válvulas de admissão com acionamento eletro-hidráulico. Segundo a Fiat, o recurso oferece melhor torque em todas as condições de uso (com ganho especialmente em baixas rotações), maior potência e menores consumo e emissões. O preço dessa versão parte de R$ 48.800, com ar condicionado, airbags frontais e laterais, controle de estabilidade ESP, freios ABS, direção elétrica e rodas aro 16.
Nos 20 dias seguintes será vez do modelo Cult manual, de R$ 39.990, que traz os mesmos itens, menos os airbags laterais, enquanto as rodas são aro 15. A principal diferença está no motor flex, 1.4 Evo 8V, que rende 88 cv e 12,5 kgfm de torque com etanol – contra 105 cv e 13,6 kgfm do 1.4 16V MultAir, que só bebe gasolina. Além dos novos motores, o 500 mexicano também chega com a suspensão recalibrada para o piso brasileiro.
Feitas as apresentações, chegou a hora de contar com a sua participação: o que você quer saber sobre o Fiat 500? A versão Sport começou a jornada.
Fonte: Auto Esporte

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Nissan March 1.0 começa em R$ 29 mil.


Nissan March 1.0 começa em R$ 29 mil e já pode ser reservado


  • Hatch 1.0 chega em outubro apenas com direção elétrica, calotas e ar quente, mas inclui airbag
    Hatch 1.0 chega em outubro apenas com direção elétrica, calotas e ar quente, mas inclui airbag
No começo de junho, há pouco mais de dois dois meses, a Nissan trouxe algumas unidades do compacto March mexicano ao país, todas com motor de 1,6 litro a gasolina . À época, o objetivo era iniciar o buzz sobre o carrinho, com direito ao slogan "o primeiro carro popular japonês do Brasil" exibido à exaustão para marcar a ideia de que ele seria barato, mas de qualidade garantida. Nesta quarta-feira (17),  UOL Carros visitou algumas revendas da marca em São Paulo e telefonou para outras -- todas já exibem ao menos uma unidade do modelo, que será vendido por aqui a partir da primeira semana de outubro com motor flex de 1 litro: terá preço inicial na faixa dos R$ 29 mil.
Os preços do modelo ainda são aproximados, apontam os vendedores contatados, mas não devem variar muito, já que apenas valores de frete e variações regionais devem ser ajustados. Assim, a gama March à venda no Brasil deve ser essa:

- March 1.0: rodas aro 14, ar quente, desembaçador e airbag duplo de série - R$ 29 mil
- March 1.0S: mais calotas, detalhes de estilo, direção elétrica, ar condicionado, rádio e trio elétrico - R$ 34 mil
- March 1.6S: motor de maior capacidade e detalhes cromados - R$ 36 mil
- March 1.6SV: rodas de liga aro 15 e comando de portas e vidros a distância - R$ 38 mil
- March 1.6SR: visual esportivo, com aerofólio traseiro, spoilers, ponteira cromada e rodas especiais - R$ 41 mil
As revendas da Nissan, aliás, já fazem reserva do modelo 1.0, que terá sete cores disponíveis (branca e preta sólidas, cinza, prata, laranja, azul e vermelha metálicas), mediante sinal que varia de loja para loja, mas gira em torno de R$ 1.000 (na Zona Leste da cidade, aceitava-se R$ 500 para "pré-venda"). Segundo alguns funcionários, o March 1.6 só deve estar disponível mais tarde, a partir de dezembro; outros, não apontaram diferença na data de entrega e também aceitavam reserva para a variação mais potente.
A garantia é de três anos e, segundo alguns vendedores, o padrão de revisões deve seguir o encontrado no Livina, com preços iniciais (10 mil quilômetros) na faixa dos R$ 300. O objetivo é atrair consumidores que buscam carros como Fiat Mille, Fiat Uno e versões mais baratas do Fiat Palio, VW Gol, Chevrolet Celta e Ford Ka, bem como aqueles que têm buscado a alternativa dos carros chineses. Compradores de modelos de maior preço agregado, como Chevrolet Agile, Ford Fiesta e VW Fox/Crossfox estariam num universo mais distante, embora possam ser atraídos pelas versões 1.6SV e 1.6SR (esportivada).  

BRASIL TERÁ CINCO VERSÕES

  • UOL
    Parte da cópia de ficha técnica obtida por UOL Carros. Veja o arquivo completo clicando abaixo:
COMO É O 1.0
Por este valor abaixo dos R$ 30 mil, o March entregará uma configuração básica, a exemplo do que fazem outras fabricantes: rodas de aço de 14 polegadas, maçanetas pretas, ar quente e desembaçador. O diferencial do modelo da Nissan é entregar de série airbag duplo frontal, algo que outras marcas ainda não fazem, mas que será obrigatório a todo carro vendido no Brasil em pouco tempo.
Por dentro, o interessado no March encontrará plástico rígido, mas o bom encaixe das peças entra como fator surpresa. O painel da versão básica é despojado ao extremo e chama atenção o padrão arredondado, só quebrado pelo nicho retangular para o rádio (inexistente na versão de menor preço). O banco do motorista conta com ajuste de altura (embora o cinto de segurança não tenha regulagem) e o revestimento de tecido também tem bom acabamento. O espaço não é amplo, mas abriga até quatro adultos -- o March tem 3,78 metros de comprimento e 2,45 m de espaço entre-eixos. No porta-malas cabem 265 litros de bagagem, embora quem o veja tenha a impressão de lidar com volume menor.
  • UOL
    Acima, detalhe da traseira do March 1.0 na cor laranja California. Emblema azul e prata
    indica presença do motor flex; maçanetas pretas e calotas são equipamento da versão 1.0S
MOTOR
Nenhuma das lojas permitiu o test drive neste do March neste momento (os carros disponíveis são apenas para exibição e reserva), o que inviabiliza qualquer opinião sobre o funcionamento do motor 1.0, mas fomos informados que o propulsor entrega 74 cavalos de potência e torque de 10 kgfm quando abastecido com etanol. Na variante com motor 1.6 flex, o par sobe para 111cv e 15,1 kgfm máximos, também com álcool.
O câmbio para as duas configurações é manual de cinco marchas. Ainda não há previsão de venda de modelos com câmbio automático no Brasil, embora esta variação (com quatro velocidades) seja fabricada e vendida no México, origem dos carros que chegarão ao Brasil. Por lá, o March tem preços variando de 117.100 pesos (equivalente a R$ 15.200) a 174.100 (R$ 22.650).
Oficialmente, o Nissan March será apresentado à imprensa brasileira nos dias 21 e 22 de setembro, quando todos os detalhes e preços serão confirmados ou redefinidos, com cobertura total de UOL Carros.
Fonte: Uol Carros